Pular para o conteúdo principal

APRESENTAÇÃO DE ASSOCIADO - Flávio Santos

 A Associação Sociedade Literária Acreana (SLA) é mais do que um espaço de produção literária — é um território de encontro, troca e crescimento coletivo.

Cada associado carrega consigo uma história, uma voz e uma forma única de enxergar o mundo. Aqui, essas singularidades não apenas são respeitadas, mas valorizadas como parte essencial de um projeto maior: o de construir, juntos, um caminho literário sólido, sensível e transformador.

Autor Flávio Santos

Inspirada em um espírito cooperativo, a SLA funciona como uma verdadeira escola viva. Aqueles que já trilharam mais passos compartilham saberes, experiências e técnicas com generosidade, enquanto os que estão começando trazem frescor, novas perspectivas e inquietações criativas. Nesse movimento contínuo, todos ensinam e todos aprendem.

Mais do que escritores, somos parceiros de jornada. Acreditamos na força do coletivo, na escuta, no incentivo mútuo e na construção conjunta de obras e trajetórias. Cada associado é parte ativa de um ambiente que estimula o desenvolvimento pessoal, intelectual e artístico.

A SLA está sempre de portas abertas para novos integrantes que se identifiquem com esse propósito: crescer junto, colaborar e fazer da literatura um espaço de transformação.

Aqui, ninguém caminha sozinho.

Escritor F. Sant´s

A Sociedade Literária Acreana - SLA apresenta o novo associado com inscrição em março de 2026. O pedagogo, escritor e jornalista Flávio Santos. Já com alguns livros publicados. É uma honra para a SLA tê-lo em seu quadro de membro efetivo. Seja muito bem-vindo a este grupo de artes literárias. Entre seus filmes e livros preferidos, estão: Sociedade dos Poetas Mortos. Livro: Terra Caída  O autor se comprometeu em ser o representante da SLA em Tarauacá. 

Flávio Santos e sua obra

    BIOGRAFIA 

   Flávio Pereira dos Santos é natural de Tarauacá/Ac, nascido em 05 de abril de 1974. É formado em Pedagogia pela UNB, Pós Graduado em Planejamento, Implementação e Gestão da EaD, Gestão Social e Políticas Públicas no Brasil e também Jornalismo. Especialista em formulação, gerenciamento e gestão de projetos culturais e desportivos. Livros publicados: “A Tutoria na EaD (Edit. Biografia) e “Histórias: Lendo Para Aprender (Edit. Bueno Teixeira). Ativista Cultural, Blogueiro, Organizador de Eventos, Diretor Teatral, Oficineiro e Vídeo: “Tarauacá: Uma Trajetória Histórica” e “Tarauacá: Rios dos Paus e das Tronqueiras’. Antologias: Revista Cabeça Ativa (Poesia: Garças/Rios/Café), Poesia Br 06 (O Pôr do Sol) e IV Concurso Literatura de Circunstância da Universidade Federal de Roraima/UFRR (O Sol do Homem no Interior).

E-mail para contato: kbym100praia@gmail.com

Livros de Flávio Santos:





 MOSTRA DE POESIA

Poesia: O Pôr do sol

Por F. Sant’s


O sol que se ia todos os dias, findara seu brilho atrás de nossa casa.

Eram as imagens de uns anjos no céu (anjos brancos e pretos) que gradativamente desaparecia com obscuridade.

Há como ser agnóstico?

Assolava sempre atrás de nossa casa.

 Alvíssaras ao saber que voltará amanhã...

Apesar de tudo, vivo a graçolar a vida.

Acompanhastes a vicissitude de minha vida presença.

Inócuo, quimera poder alcançá-lo.

O poder da noite me traz pensamentos taciturnos.

 

Se você conhece Flávio Santos ou quer ajudar a divulgar o trabalho da associação deixe seu comentário e pode compartilhar. 

Gestora atual:  Presidente Rosangela Fonsêca

Postado por Maze Oliver, em 12 de abril de 2026. Niterói - Rio de Janeiro - Brasil.

Comentários

  1. Gratidão. É um prazer participar da Sociedade Literária Acreana-SLa. Seguimos sonhando e se dedicando para alcance de novos objetivos. Ctt: 68 9 9207 6463

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

OPINIÃO - Trabalho doméstico no Brasil: ontem e hoje, o que mudou?

   Autora Elza Dias Trabalho doméstico no Brasil: ontem e hoje, que mudou? Eu era criança, mas lembro muito bem. Por Elza Dias   Era a década de 1960 e 1970. Havia muita pobreza. No Norte de Minas, onde cresci, era comum que famílias pobres, com 10, 12 filhos, entregassem uma, duas, ou até mais filhas para viverem com famílias ricas — em troca de alimentação, moradia e, quando possível, algum estudo, geralmente à noite. Essa prática era reflexo do abandono vivido pelos negros após a abolição da escravatura. Os libertos foram deixados à própria sorte, sem terra, sem emprego, sem moradia. Muitas famílias permaneceram nas fazendas porque simplesmente não tinham para onde ir. Era comum os próprios pais autorizarem as patroas a "corrigir" suas filhas. E muitas delas eram surradas. A maioria nem chegava a estudar, pois seus dias só terminavam depois que as crianças da casa dormissem e tudo estivesse limpo e arrumado para o dia seguinte, que começava às 5 da manhã. Estudar era i...

APRESENTAÇÃO DE ASSOCIADA DA SLA - Edir Marques

A Associação Sociedade Literária Acreana (SLA) é mais do que um espaço de produção literária — é um território de encontro, troca e crescimento coletivo. Cada associado carrega consigo uma história, uma voz e uma forma única de enxergar o mundo. Aqui, essas singularidades não apenas são respeitadas, mas valorizadas como parte essencial de um projeto maior: o de construir, juntos, um caminho literário sólido, sensível e transformador. Autora Edir Marques Inspirada em um espírito cooperativo, a SLA funciona como uma verdadeira escola viva. Aqueles que já trilharam mais passos compartilham saberes, experiências e técnicas com generosidade, enquanto os que estão começando trazem frescor, novas perspectivas e inquietações criativas. Nesse movimento contínuo, todos ensinam e todos aprendem. Mais do que escritores, somos parceiros de jornada. Acreditamos na força do coletivo, na escuta, no incentivo mútuo e na construção conjunta de obras e trajetórias. Cada associado é parte ativa de u...