POEMA - A senha
A SENHA por Isac de Melo
Um fogão de barro à lenha
Um pote d’agua no chão
Da panela do feijão
Num cheiro bom vinha a senha
Uma senhora ferrenha
Com status de rainha
Lustrava aquela cozinha
Com exemplar maestria
E o assoalho luzia
De tanta cera que tinha
Uma toalha branquinha
Fazia o chão de bandeja
Já que não havia mesa
Singularidade tinha
Uma lata de sardinha
Às vezes era a mistura
Que agregada à candura
Das mãos que a repartiam
Todos os filhos comiam
Que refeição...que doçura!
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Temos muito orgulho do senhor!
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